Hoje vou recomendar esse livro da Cássia Pires para vocês. É um livro leve e doce. Pode parecer triste no começo e realmente é em muitas partes, mas o romance da história é lindo e o galã deixa qualquer um de queixo caído haha. O livro está disponível em ebook pela Amazon. Vale a pena ler 🙂

Sinopse:

“Eu morava em uma casa que chorava.”

“Quatro mulheres de uma mesma família viveram juntas por muitos anos até o momento em que a mais nova, Virgínia, se viu sozinha na vida. O que teria acontecido? Por que todas seguiram o seu caminho e ela ficou? O livro “Virgínia” conta a história de uma mulher cujo destino é um encontro entre a tristeza e a beleza.”

Para comprar clique aqui.

Virgínia era a quinta filha de uma família de nove filhos. Sua família era pobre e por isso eles a mandaram para um convento. Onde ela teria instrução, casa e um futuro.

Ela foi para lá quando tinha quinze anos e ali foi sua casa por cinco anos. O convento também era uma espécie de enfermaria onde as freiras cuidavam de doentes e feridos de guerra.

A única parte do convento que Virgínia gostava era de atender os doentes. Fazia com que se sentisse útil e era quando ela podia ter conversas de verdade com pessoas de fora.

Ela nunca mais teve contato com a sua família. O convento ficava longe de onde viviam e ninguém nunca fora visitá-la.

Certo dia chegou um soldado. Ele tinha uma perna quebrada que as freiras estavam fazendo o possível para não precisar amputá-la e Virgínia era uma das encarregadas dele.

O soldado estava consciente e logo ele se tornou o paciente preferido de Virgínia. Ela o deixava por último na sua ronda habitual, assim tinham tempo para conversar.

Quando ele começou a se recuperar e as freiras falavam sobre mandá-lo a casa, Virgínia sabia que a hora de se despedir tinha chegado, mas na penúltima noite que ele ficaria ali, ele pediu a ela que fugisse com ele.

Virgínia hesitou somente por um breve momento. Ela nunca quis aquela vida, ela não escolhera aquilo.

Eles fugiriam na noite seguinte.

Virgínia nunca se sentiu tão livre e tão feliz em toda sua vida.

Eles se casaram, mas eles não viveram juntos por muito tempo. A perna dele estava sarada e logo ele teve que voltar à guerra.

Virgínia não queria ficar em casa e esperar pela sua volta. Ela vestiu o hábito novamente se passando por freira e foi come ele como enfermeira para ficar mais perto de onde ele estivesse.

Mas o lugar onde ela estava foi atacado e ela acordou no Quarto Mundo.

 

(Virgínia é uma personagem do meu livro O Quarto Mundo, para saber mais clique aqui.)

120 Years of Cinema

Maio 5, 2015

Steven – O Quarto Mundo

Outubro 11, 2014

Steven nasceu em uma comunidade pequena onde a maioria das pessoas eram agricultores.

Ele nunca conheceu seu pai, foi criado pela mãe, a quem ele ficou muito próximo e pelo tio paterno, que nunca explicou a ausência do pai de Steven. Mais tarde, ele descobriu que seu pai fugiu assim que soube da gravidez e nunca mais deu notícias, seu tio por achar que era seu dever, sempre ajudou sua mãe. Com muito suor da parte dos dois, eles conseguiram enviar Steven para a cidade e para a Faculdade de Medicina.

Por pertencer a uma classe social mais baixa do que a maioria que estudava ali, Steven não tinha tantos amigos da faculdade, mas os professores gostavam da sua dedicação, por isso ficou mais amigos deles do que daqueles da sua idade.

Conseguiu se tornar um médico exemplar, mais voltado a fazer experiências para descobrir curas para doenças que até então não tinham remédio.

Conheceu Justine em um museu, quando fazia uma viagem para o exterior, e eles se casaram um ano depois.

Infelizmente, a felicidade dos dois durou apenas dois anos, pois ela contraiu uma doença fatal que parecia não haver nenhum tratamento. Steven passou a dedicar todo o seu tempo para achar um modo de curá-la. No começo ele dividia seu tempo entre cuidar dela e fazer suas experiências, mas conforme o tempo foi passando, ela só piorava, ele contratou uma enfermeira para ficar com ela e passava quase todo o seu tempo no seu laboratório entre frascos, livros, ervas e químicas. Para conseguir ficar acordado por mais tempo, ele começou a tomar drogas e já era difícil saber qual dos dois estava em pior condição.

Tudo o que ele achava que podia funcionar, ele lhe dava, e ela tomava, pois  não queria morrer e estava disposta a provar tudo o que lhe fosse oferecido.

Após dois meses dessa rotina, Steven começou a ter a impressão de que o que ele lhe dava só piorava ainda mais a situação. A doença estava evoluindo mais rapidamente do que nos outros pacientes e em pouco tempo ela morreu enquanto Steven estava no seu laboratório.

A morte de Justine foi arrebatadora. Steven não conseguia se perdoar, achava que ele só piorou as coisas, que ele a matara e ainda mais pelo fato de não ter aproveitado o pouco tempo que tinha ao seu lado. Sem conseguir ficar naquela casa, ele voltou para a casa da mãe.

Sua mãe e seu tio lhe encheram de cuidados e tentaram fazer com que ele visse aquilo como uma coisa natural do ciclo da vida, mas Steven não conseguia aceitar e para piorar seu corpo queria mais das drogas que tomava para ficar acordado. Com tudo isso, ele achou que talvez fosse melhor ir para bem longe.

Foi então que se alistou para ser médico de um navio de guerra. Pouco depois de se alistar, ele foi chamado.

A despedida foi triste. Sua mãe só chorava e seu tio se despediu dizendo que preferiria que ele estivesse fazendo aquilo pela sua pátria e não para fugir dos seus problemas, mas Steven estava decidido.

No navio, a única pessoa de quem ele ficou mais amigo foi de Richard. Os outros gostavam dele, afinal, ele tinha a solução para as suas dores, mas não conversavam com ele como Richard. Seu corpo ainda queria a droga, mas estando ali acabou por se acostumar a ficar sem. Justine, porém, era outro tipo de problema. Ainda tinha pesadelos e precisava manter a cabeça constantemente ocupada com algo para não pensar nela.

E então, certo dia, o navio pirata veio…

 

(Steven é um personagem do meu livro O Quarto Mundo, para saber mais sobre o livro clique aqui.)

Casamento

Setembro 30, 2014

Não aguento mesmo.

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Fonte:  Não Aguento Quando

Pessoaaaal!!! O lançamento do meu novo livro “O Quarto Mundo” vai ser na Bienal, dia 23/08 às 19h. Espero todo mundo lá!!!

 

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Vou colocar a sinopse do livro aqui.

“Em um mundo onde os homens não estão vivos, nem mortos, os Deuses dão aos sermérios a Pedra do Destino, que determina quem volta à vida e quem deve morrer. Porém, quando Grant se torna o rei dos sermérios, decide esconder a Pedra do Destino. Em meio a uma batalha em alto mar – da marinha contra os piratas – Steven, o médico da tripulação, dois de seus companheiros, Richard e Hubert, e um dos piratas, Thomas, se afastam do combate em um pequeno barco e avistam a luz de um farol, habitado por uma mulher misteriosa chamada Virgínia. Ela oferece a eles o mapa de um mundo que eles nunca haviam visto e que os conduzirá por uma aventura cheia de mistérios e perigos.”

Reminders / Lembretes

Maio 21, 2014

“1. Contrary to popular belief, waking up early isn’t going to drastically alter your life or effect how you’re feeling. So sleep till noon and relish in the way laying in bed all day makes you feel a little more human.

2. Drinking your coffee ‘black’ doesn’t make you cooler or more sophisticated than the rest of us who load in milk and sugar.

3. Being unimpressed by everything makes you look like a twat. Get excited, be overly passionate about something. Enthusiasm is fun.

4. Hating yourself isn’t romantic.

5. Eat whatever you want. your friend’s a vegan? Awesome. Listen to her talk about how great she feels because of it while you tuck in to some chocolate cake. Tell her you feel just as great.” More Reminders, Charlotte Geier

 

 

“1. Ao contrário da crença popular, acordar cedo não vai mudar sua vida drasticamente ou afetar a forma como você está se sentindo. Então, durma até meio-dia e se delicie com o fato de que deitar na cama o dia todo faz você se sentir um pouco mais humano.

2. Beber o seu café “preto” não faz de você mais legal ou mais sofisticado do que o resto de nós que colocamos leite e açúcar.

3. Não se impressionar com nada faz você parecer um idiota. Anime-se, seja excessivamente apaixonado por alguma coisa. O entusiasmo é divertido.

4. Odiar a si mesmo não é romântico.

5. Coma o que quiser, seu amigo é vegano? Incrível. Escute quando ela falar sobre o quanto se sente bem por causa disso enquanto você come um bolo de chocolate. Diga a ela que você se sente bem também.” –More Reminders, Charlotte Geier

Fonte: Book Nymph