Nostalgia

Janeiro 7, 2015

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Nostalgia:

É delicada, mas potente. Em grego, “nostalgia“, significa literalmente “a dor de uma ferida antiga“. É uma pontada no seu coração muito mais poderosa do que a memória, é a sensação de desejo de ir novamente para um lugar.”

 

Fonte: Pinterest

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Oi pessoal, dessa vez não estou aqui para falar do C.S., mas sim para divulgar o livro de uma amiga. O livro chama Dos passos da bailarina, vou colar a sinopse aqui:

As histórias de uma bailarina adulta, estudos sobre a dança clássica, repertórios e discussões sobre o ballet clássico são os temas que norteiam o livro, que reúne textos publicados no blog “Dos passos da bailarina” entre 2009 e 2013.

Vale muito a pena. Está disponível em Ebook no Clube de Autores.

😉

Jamal e Brianna

Julho 11, 2013

Jamal viajou para muitos lugares antes de chegar ao Vale do Rubi.

Primeiro ele tentou se misturar com os humanos para despistar suas irmãs, mas acabava sempre por odiar seus colegas. Não podia evitar de se sentir superior de certa forma, mas ao mesmo tempo sempre encontrava alguém que fazia com que ele se lembrasse da mulher que o salvou e isso era o bastante para que ele controlasse seus instintos. Pensava nela de vez em quando e desejava que estivesse bem.

Depois de um tempo decidiu viver como lobo em uma floresta. Ficou assim por cinco meses até encontrar uma mulher chamada Lydia. Ele a viu caminhando pela floresta e a seguiu. Não era comum ver pessoas por ali. A mulher parou em um local, meditou, depois começou a fazer movimentos que ele reconheceu como sendo tai chi. Quando ela terminou todo ritual, ela se virou para ele. Jamal se colocou em posição de defesa imediatamente, não sabia que ela o tinha visto, mas ela sorriu e perguntou se ele precisava conversar. O lobo hesitou por um momento, se aproximou com passos cautelosos e mostrando os dentes. A mulher não se intimidou, continuou ali parada olhando para ele. Fazia tanto tempo desde que Jamal havia conversado com alguém que resolveu arriscar. Voltou a sua forma humana e a primeira coisa que fez foi perguntar como ela sabia. Lydia respondeu que era um dom e perguntou há quanto tempo ele vivia na floresta e como um lobisomem puro estava sem sua matilha. Jamal não pretendia contar sua vida para uma estranha e ela não insistiu, só disse que se ele quisesse um trabalho e se quisesse viver entre semelhantes ele podia procurá-la. Ela lhe deu seu cartão e foi embora.

Jamal passou um dia inteiro pensando sobre a proposta. No final decidiu que não queria viver naquela floresta como lobo para sempre e se aquilo fosse uma armadilha das suas irmãs, então que fosse, talvez ele as mataria como fez com os outros e acabaria com aquilo.

No endereço que a mulher lhe deu havia uma loja de produtos naturais. Assim que abriu a porta e ouviu um sininho tocar, sabia que não conseguiria trabalhar ali. Jamal foi direto ao assunto, perguntou que tipo de trabalho ela estava falando. A mulher explicou que no seu ramo de trabalho ela conhecia muitas pessoas e que poderia ajudá-lo a achar algo, claro que não pela bondade do seu coração, mas por um pequeno preço. Jamal foi logo dizendo que não tinha dinheiro, mas ela respondeu que podia esperar até que ele arrumasse o trabalho e ele poderia pagar depois. Ele aceitou e eles conversaram sobre o que Jamal sabia fazer. O problema era que o que Jamal sabia fazer como arqueólogo não era muito útil por aquelas partes. Sendo assim, ela perguntou se ele se incomodaria em fazer um trabalho como lavar louça em um pub ou ser barista. Ele deu com os ombros, achava que poderia tentar. Ela lhe assegurou que as pessoas, tanto dono quanto fregueses eram como ele, diferentes, e por isso ele não teria problemas. Lydia o enviou ao Vale do Rubi para trabalhar com Brianna e seu pai.

Lydia estava certa. Todos que entravam ali, com exceção de alguns desavisados, eram seus semelhantes. Pela primeira vez em muito tempo se sentia bem. Brianna lhe ensinou tudo o que tinha que saber, não que fosse muito difícil, mas mesmo assim seu pai gostava das coisas bem feitas. Os dois ficaram amigos e logo já sabiam tudo um do outro, até aquilo que ninguém mais sabia. Quando Jamal lhe disse de suas preocupações com suas irmãs que, até onde ele sabia, podiam aparecer ali a qualquer momento, Brianna simplesmente respondeu que se elas aparecessem, eles cuidariam delas. E ele não estava errado.

Um dia, quando todos dormiam, ele ouviu um uivo. Saltou da cama imediatamente e correu para fora do pub. Ali estavam, eram as duas com mais dois machos. Ele mal teve tempo de se transformar quando todos já saltavam em cima dele. Jamal não sabia quem o mordia e quem ele estava atacando, só sabia que sentia o gosto de sangue na boca, tinha certeza de que morreria ali, mas levaria pelo menos um deles com ele. Então ele viu uma movimentação que não soube dizer o que era, um dos lobos simplesmente desaparecera no ar como se tivesse sido jogado longe. Os outros lobos se dispersaram e ele viu Brianna com o rosto desfigurado, presas grandes e pontudas como as de uma serpente e os olhos amarelos. Do seu lado estava quem só poderia ser seu pai, mas ele nunca diria se não soubesse. Era um demônio em todos os aspectos, mas não foi o suficiente para espantar suas irmãs. Elas os estudaram um pouco, então uma delas voltou a forma humana dizendo em seguida que aquilo não era um problema deles, que Jamal traiu e matou sua família e que ele faria o mesmo com eles. Brianna não lhe deu uma resposta, saltou em cima dela e enquanto a mulher voltava a ser um lobo, enfiou suas presas no seu pescoço e a batalha se seguiu. Jamal não tinha mais condições de lutar, se afastou mancando enquanto Brianna e seu pai cuidavam do resto, mas sua irmã não o deixou ir. A loba estava sofrendo com o veneno de Brianna, seu corpo se estava decompondo aos poucos, mesmo assim, ela ainda conseguiu derrubá-lo. A última coisa que Jamal viu foi a cabeça da loba se desgrudando do seu corpo. Rolou os olhos e viu uma foice e um homem. Era o único hóspede do pub naquela noite. Seu nome era Jean.

(Jamal e Brianna são personagens do livro C.S. que você pode comprar aqui).

Susan

Maio 1, 2013

Susan era uma garçonete em um pequeno bar. Todas as sextas-feiras uma banda de quatro rapazes tocava ali. O vocalista da banda sempre flertava com Susan, mas ela não lhe dava muita atenção, até que um dia ele a convidou para ouvi-los tocar em um local famoso da cidade. Impressionada, ela aceitou o convite.

Esse foi o começo do relacionamento deles e tudo foi como um sonho para a moça, mas depois de um ano as coisas mudaram. Os companheiros da banda do seu namorado começaram a usar drogas, não que antes não usavam, mas usavam menos e com menos frequência, agora era sempre, todo dia, e ele também. Susan não gostava das drogas, mas gostava dos presentes e da atenção que ganhava, por isso continuou com ele.

Certo dia, quando Susan entrou no apartamento do seu namorado, ele não parecia nada bem. Ela não sabia o que ele tinha fumado ou injetado, não importava, o que importava era que estava descontrolado. Agia como se alguém o estivesse perseguindo, gritava para que o deixassem em paz e estava com uma faca em mãos. Susan se assustou com a cena e estava para ir embora quando ele pulou na sua frente com os olhos arreglados de terror. Susan deu alguns passos para trás, tropeçou na mesa de centro caindo ao chão e foi se arrastando para trás. Ele foi para cima dela como um touro, ela fez o que pode para desviar, mas não conseguiu. A faca entrou no seu abdômen e ela soltou um gemido abafado enquanto ainda tentava se afastar dele. O rapaz alucinado ficou olhando para o sangue que escorria no tapete e esqueceu dela.

Susan continuou se afastando, queria alcançar o telefone, mas quanto mais se mexia, mais sangrava e sentia uma dor imensa. Seus olhos queriam fechar, mas ela não queria tirar os olhos dele, que continuava imóvel, sem piscar. A visão da moça começou a embaçar, não sabia se pelas lágrimas ou porque estava morrendo. Então, viu um vulto, achou que era ele e tentou ir para longe, mas não tinha forças. A pessoa chegou bem perto dela, não era ele. Era uma mulher. Ela lhe tocou o rosto e Susan se encontrou em pé no meio do apartamento; o rapaz ainda estava lá, assim como seu corpo caído. Olhou para ela mesma, estava suja de sangue e Christa estava na sua frente.  A mulher se apresentou, Susan perguntou se tinha morrido, Christa respondeu que ainda não, mas que ela poderia salvá-la. Ela colocou sua mão sobre a mão de Susan e falou que ela estava ali para ajudá-la a se vingar daquele que a matou, tudo o que ela pedia em troca era que ela a ajudasse na sua vingança também. Susan relutou, olhou em torno ainda tentando entender o que estava acontecendo, Christa lhe disse que não tinha muito tempo, precisava decidir antes de morrer. A garota perguntou o que aconteceria com ela, Christa respondeu que ela viveria, mas seria uma sua súdita e quando o momento chegasse ela deveria subir à morada dos Deuses, acrescentou dizendo que todo o tempo que elas passassem na terra se preparando ela poderia usar para se vingar e que nunca envelheceria. Susan respondeu que não queria ser escrava de ninguém, Christa disse que não seria escrava, no momento em que ela decidisse deixá-la, ela a liberaria, mas isso iria significar a concretização da sua morte, a escolha era dela, morrer agora ou alongar a “vida”. Susan não precisou de mais do que isso e aceitou o acordo.

Christa pegou na sua mão e a moça foi se sentindo mais viva e no entanto ali estava o seu corpo, agora morto. Tocou a parede para ver se ela era real, se era sólida e era! Estava um pouco tonta, mas não sentia dor. Então percebeu que o rapaz tinha ido embora, Christa viu o ódio em seu olhar e acalmou dizendo que elas o encontrariam em qualquer lugar. A mulher tocou o ombro de Susan e então elas estavam em uma rua escura com alguns mendigos dormindo em um canto com um fogo para aquecê-los e ao longe Susan viu um homem vindo na direção delas. Ele tinha o passo apressado como se estivesse fugindo. Christa foi até ele, quando a luz do fogo  iluminou o rosto do rapaz, Susan corou de ódio. Era ele! Ela se aproximou, mas logo percebeu que ele não a via. Christa estava na sua frente, com uma seringa na mão, ela não lhe disse nada, só colocou a seringa em suas mãos. Ele pegou, sem relutância, o que Susan achou estranho. Ali, na frente delas, ele injetou o conteúdo da seringa e em seguida caiu no chão agonizando. Feridas em carne viva começaram a aparecer no seu rosto, seus gritos chamaram a atenção dos mendigos que devagar começaram a se aproximar e Susan notou que eles não olhavam para elas. Christa tocou seu ombro novamente e elas estavam na sua casa. A moça se afastou dela perguntando quem ela era de verdade, ao que Christa respondeu prontamente, contando toda a sua história. Susan ainda desconfiava e questionou se aquilo que ela viu não fora um sonho ou algum de tipo de ilusão. Queria ter certeza de que aquilo realmente tinha acontecido. Christa, sempre paciente, concordou e disse para ela procurar por ele, tomando cuidado, pois para o mundo ela estava morta.

Susan colocou um lenço na cabeça, óculos escuros e foi para o hospital mais próximo da casa dele, afinal, se aquilo tudo foi real, era para lá que ele seria levado. Chegando lá, ela deu o nome do rapaz dizendo que era uma sua amiga e dando outro nome qualquer. A enfermeira a encaminhou, ele estava lá.

Ela o viu, pela janela de vidro do quarto, feridas enormes cobrindo, não só seu rosto, mas também suas mãos e pescoço. Um sorriso sutil nasceu nos lábios de Susan, o rapaz virou a cabeça para o lado, ela tirou os óculos e o lenço, queria que ele a visse e ele a viu. Seus olhos se encheram de terror, ela lhe fez um aceno com a mão e o seu sorriso de alargou. O rapaz apertou o botão desesperadamente para chamar a enfermeira. Ela deu as costas e foi embora se sentindo poderosa.

Susan correu para casa ansiosa para ver Christa novamente, chamou por ela e quando esta apareceu, ela lhe perguntou imediatamente o que mais poderiam fazer com ele, Christa respondeu que poderiam fazer o que ela quisesse. Susan lhe disse que faria qualquer coisa por ela, jurou lealdade e obediência e elas partiram para o Vale do Rubi onde Susan e outras como ela seriam treinadas pela própria Christa e de vez em quando sairiam para atormentar aqueles que as mataram.

(Essa é uma personagem do livro C.S. que você pode encontrar aqui.)

Brianna

Fevereiro 13, 2013

Brianna descobriu seu lado demoníaco aos 13 anos. Na época ela e seu pai vivam em um trailer, sempre viajando. Ela sempre gostou da biblioteca e um dia ficou ali até mais tarde, quando estava voltando para o trailer passou na frente de cinco meninos. Ela atravessou a rua, mas percebeu que eles começaram a vir atrás, então correu. Correu o mais rápido que conseguia, largou os livros que tinha nas mãos e continuou correndo, mas então uma dor aguda no seu peito a fez parar. Ela caiu de joelhos e sentiu as gengivas rasgarem e os dedos pulsarem de dor. Os meninos a alcançaram,  mas quando um deles colocou a mão no seu ombro, ela avançou para cima dele como um animal acuado, rasgando sua garganta com os dentes. Os outros estavam para fugir, mas ela não deixou. Abriu as costas de um deles com as unhas e quebrou o pescoço de outro. Os outros dois já estavam longe. Ela correu atrás deles, correu tão rápido que voou para cima deles fazendo os dois rolarem pelo chão. Brianna arranhou o rosto de um e arrancou o coração do outro. Ficou ali, ofegante, com sangue por todos os lados. Quando olhou para o menino com o rosto rasgado viu que ele ainda estava vivo, mas estava se decompondo, se decompunha vivo. Um pequeno sorriso nasceu no seu rosto, mas ela logo ela voltou em si. Ouviu vozes ao longe, olhou em torno mais uma vez e saiu correndo.

Quando seu pai abriu a porta do trailer viu Brianna parada com os olhos amarelos e vazios. Sua roupa, seu rosto, seus braços, tudo sujo de sangue. Ele a colocou para dentro enquanto se certificava que não havia ninguém por perto. Perguntou se ela estava machucada, mas ela não respondia. Depois de procurar pelo corpo da menina, chegou a conclusão de que o sangue não era dela. Ela não precisava falar, ele sabia o que tinha acontecido. Colocou a menina sentada no banco da frente e deu partida. Precisavam sair dali.

Seu pai dirigiu por 12h seguidas.  Depois de um tempo no carro, Brianna acabou dormindo. Ele parou na beira de uma estrada deserta e a acordou dizendo que ela precisava tirar aquelas roupas e ir se lavar.  Ela obedeceu apaticamente e enquanto ela tomava banho, ele queimou as roupas na beira da estrada. Quando voltou para o trailer se ajoelhou na frente da filha e pediu desculpas, sabia que aquilo aconteceria mais cedo ou mais tarde, mas achou que tinha mais tempo e não sabia como contar para ela que ela era meio demônio. Depois de ouvir seu pai ela só lhe fez uma pergunta, que era por que o rosto do menino começou a se decompor. Seu pai lhe explicou que ela, assim como ele, era venenosa, como uma cobra ou aranha, e esse era o efeito do seu veneno. Não demorou muito para Brianna entender que foi o seu veneno que matou sua mãe quando ela nasceu e seu pai não pode negar. Depois que ela contou exatamente o que aconteceu, ele tentou amenizar o ocorrido dizendo que ela estava se defendendo, mas esse não era o problema, ela sabia disso, não se sentia mal por ter matado os meninos, se sentia mal porque tinha gostado.

Os dias passaram e eles não pararam de viajar. Aos poucos seu humor foi melhorando, principalmente com seu pai treinando seu autocontrole. Certo dia foram parar no Vale do Rubi, seu pai tinha um velho amigo que morava ali. Brianna gostou do lugar e seu pai decidiu que eles ficariam ali; vendeu o trailer e com o dinheiro comprou um bar caindo aos pedaços. Seu amigo o ajudou a reformar o bar e Brianna e seu pai se estabeleceram ali.

(Brianna é uma personagem do livro C.S., para comprar o e-book clique aqui.)

Passado de Christa

Janeiro 25, 2013

Há muito tempo atrás, Christa se apaixonou por um mortal. Ele não era, porém, o tipo de mortal por quem as valquírias normalmente se apaixonam; era um assassino profissional.

Os dois ficaram juntos na terra por dois anos e então, certo dia, ele recebeu um trabalho que consistia em matar uma pessoa importante; ele falhou e foi seriamente ferido, mas conseguiu escapar e voltou para o seu esconderijo onde Christa o esperava. Apesar dos seus esforços, ela não conseguiu salvá-lo, então fez a única coisa que podia para continuar com ele: levou sua alma para o Valhalla.

Durante um tempo ninguém percebeu que aquela alma não pertencia aquele lugar onde só residiam almas de heróis, quando, porém, seu amado se meteu em uma briga, eles descobriram a verdade, Odin expulsou a alma do assassino para o mundo dos mortos ignorando todas as súplicas de Christa.

Inconformada e obstinada, ela foi ao mundo dos mortos com a intenção de trazê-lo de volta; lá encontrou um exército pronto para expulsá-la; ela recuou, mas ainda não tinha desistido. Fingiu ter aceitado o destino do assassino e secretamente recrutou almas de jovens mulheres que morreram com o coração partido, prometendo a elas a chance de se vingar, ela criou o seu próprio exército e voltou ao mundo dos mortos.

A batalha foi árdua para ambos os lados e ela ameaçou abrir as portas do mundo dos mortos e deixar todas almas saírem, mas a guerra já tinha chegado aos ouvidos de Odin. O Deus levou seu exército para as portas do mundo dos mortos. Odin levou com ele um baú feito para aprisionar almas. Assim que teve oportunidade, em meio a batalha, utilizando um disfarce, o Deus conseguiu se aproximar da valquíria furtivamente; quando ela se deu conta, Odin estava ao seu lado, forçando sua mão a empurrar o besouro. O baú se abriu, sua alma foi sugada e ela caiu na terra com o que restava do seu exército.

Achei esse poema tão bonito que quis traduzir, espero que gostem, se tiverem sugestões para melhorar a tradução podem falar 🙂 E se tiverem outras sugestões de traduções podem falar também.

“Do not stand at my grave and weep,

I am not there; I do not sleep.

I am a thousand winds that blow,

I am the diamond glints on snow,

I am the sun on ripened grain,

I am the gentle autumn rain.

When you awaken in the morning’s hush

I am the swift uplifting rush

Of quiet birds in circling flight.

I am the soft star-shine at night.

Do not stand at my grave and cry,

I am not there; I did not die.”

Não chore sobre o meu túmulo,

Eu não estou lá, eu não estou dormindo.

Eu sou mil ventos que sopram,

eu sou o brilho de diamante na neve,

eu sou o sol em grãos maduros,

eu sou a chuva suave do outono.

Quando você acordar no silêncio da manhã

Eu sou a prontidão inspiradora e arrojada

Das aves circulando tranquilas em voo.

Eu sou o brilho suave da estrela à noite.

Não chore sobre o meu túmulo,

eu não estou lá, eu não morri.

Mary Elizabeth Frye

Tradução: Marina Sandoval

Para saber mais sobre a autora, clica aqui.