Do not stand at my grave and weep

Agosto 30, 2012

Achei esse poema tão bonito que quis traduzir, espero que gostem, se tiverem sugestões para melhorar a tradução podem falar 🙂 E se tiverem outras sugestões de traduções podem falar também.

“Do not stand at my grave and weep,

I am not there; I do not sleep.

I am a thousand winds that blow,

I am the diamond glints on snow,

I am the sun on ripened grain,

I am the gentle autumn rain.

When you awaken in the morning’s hush

I am the swift uplifting rush

Of quiet birds in circling flight.

I am the soft star-shine at night.

Do not stand at my grave and cry,

I am not there; I did not die.”

Não chore sobre o meu túmulo,

Eu não estou lá, eu não estou dormindo.

Eu sou mil ventos que sopram,

eu sou o brilho de diamante na neve,

eu sou o sol em grãos maduros,

eu sou a chuva suave do outono.

Quando você acordar no silêncio da manhã

Eu sou a prontidão inspiradora e arrojada

Das aves circulando tranquilas em voo.

Eu sou o brilho suave da estrela à noite.

Não chore sobre o meu túmulo,

eu não estou lá, eu não morri.

Mary Elizabeth Frye

Tradução: Marina Sandoval

Para saber mais sobre a autora, clica aqui.

 

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