
Tirei do Blog “Frases Ilustradas”
Haviam 20 criaturas que se pareciam com Orcs, mas eram mais altas e fedidas. Eles estavam parados na porta da torre e quando o grupo saiu se encontraram rodeados pelas criaturas. A anfitriã deu um passo a frente e falou no tom mais tranquilo que pode “Algum problema?”
“É proibido fazer reuniões!” Respondeu um deles com uma voz rouca e a língua meio presa, o que fez com que alguns dos novos companheiros segurassem a risada. Mas a anfitriã respondeu logo em seguida fazendo com que os guardas não ouvissem as risadinhas “Eu nunca li em nenhuma parte que era proibido fazer reuniões e depois, nós não estavámos fazendo uma reunião. Era mais uma… uma… uma festa!”
“Festas são proibidas também! Vocês estão aqui para pensar! Qualquer coisa que faça com que vocês não pensem nos seus erros é proibido! Inclusive fazer amigos e andar em grupo! Agora, desperçando ou eu vou ter que chamar os guardas lá de baixo e dizer que algumas pessoas querem ir para lá!” Dizendo isso ele deu uma risada um tanto boba que foi acompanhada da risada dos seus companheiros que nem sabiam porque estavam rindo.
O grupo se entreolhou e decidiram fazer o que eles falaram, cada um foi andando em uma direção, mas sempre sem perder de vista os outros. A anfitriã voltou para dentro da torre. Ela não tinha previsto isso, mas já sabia como fazer, não ia ser difícil pois aqueles guardas não eram muito inteligentes. Ela só precisava de alguém que trabalhasse como mensageiro.
Chegando no alto da torre, ela olhou pela janela, conseguiu achar todos os outros, cada um em um canto. Ela sabia que eles estavam esperando qualquer orientação.
Da janela dela, se podia ver a janela de todos os outros prédios e uma em particular era bem perto da dela. Lá dentro vivia uma menina, devia ter uns vinte e poucos anos. Ela tinha os cabelos pretos, longos e com um laço rosa. Olhos verdes como esmeraldas. Usava um batom rosa chock e uma sombra preta em volta dos olhos que escorria para as bochechas. A anfitriã sempre gostou de observar a menina, não a chamou para a reunião porque não tinha certeza se ela era forte o suficiente, porém agora parecia a única que podia ajudá-la.
Jogou umas pedras na janela da menina tentando atrair a sua atenção. A menina a olhou e foi até a janela, a anfitriã fez sinal para ela não falar. Escreveu em um pedaço de papel as palavras “Preciso que você me ajude a enviar recados. Depois te explico melhor! Sairemos daqui!” Ela fez um avião com o papel e o jogou. A menina pegou, leu ficou muito surpresa. Depois fez sinal de sim com a cabeça e rasgou o papel.
A anfitriã fez vários bilhetes, cada um dizia para quem a menina devia entregar. Ela jogou os bilhetes para a janela da menina que os pegou e saiu imediatamente.
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Hoje eu tive um momento pente e decidi compartilhar. Eu tenho um pente há muuuuuuuuito tempo, uso sempre ele, é o meu pente, vai comigo nas viagens e tudo o mais. Aí hoje eu olhei para ele e pensei:
Eu 1: “Poxa até que eu queria um pente novo!”
Eu2: “Mas não tem nada de errado com esse pente, você não PRECISA de um pente novo.”
Eu1 faz uma análise mais aprofundada do pente e vê que aquela sujeirinha que ás vezes aparece no meio das cerdas voltou a aparecer e os dois eus lavaram o pente faz poucos dias, então:
Eu1: “Se eu não lavar mais o pente sou obrigada a comprar outro!” (risada maléfica) e o Eu2 se retira.
Fim
PS: Ainda não fui comprar o pente, mas vou hehehhe
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Depois de muita discursão a respeito de como eles fariam para sair dali e de que ela estava louca de pensar que alguém os daria ouvidos, a anfitriã finalmente falou “Eu conheço alguém do lado de lá que é disposto a ajudar.”
“E por que alguém do lado de lá iria querer nos ajudar?” Perguntou a enfermeira, sempre tentando ser educada.
A anfitriã a encarou por um breve momento, enquanto suas mãos passam uma sobre a outra, revelando seu nervosismo. “Por que está pessoa e eu… eramos… conhecidos, antes de… bom vocês sabem, antes de eu vir para cá.”
“Suponhamos que nós aceitamos te ajudar. Qual seria o primeiro passo?” Disse o cavaleiro.
“Bom, obviamente o único modo de sair daqui é pelo lugar que entramos. Por isso nós temos que voltar para aquele lugar e esperar que a porta se abra, quando a porta se abrir é porque alguém está entrando e é aí que devemos agir, devemos ser fortes, lutar contra os guadiões da porta e sair!” Respondeu a anfitriã em uma voz triunfante.
“Sem querer ser pessimista, mas muitos já tentaram lutar contra os guardiões e ninguém nunca conseguiu vencê-los. Por que nós conseguiríamos?” Perguntou o chefe de policia.
Com um sorriso malicioso ela respondeu “Por que o meu amigo do lado de lá me informou qual é o ponto fraco dos guardiões!”
Todos a olharam com um olhar de surpresa. Ela sorriu e perguntou “Então, quem está comigo?”
Todos pareciam convencidos, menos a mulher loira que até agora não tinha falado nada, nesse momento falou “Eu só tenho uma pergunta: se não der certo, e aqueles que nos colocaram aqui descobrirem o que tentamos fazer, o que acontece com nós?”
A anfitriã fez uma expressão confusa, pois nunca tinha pensado na possibilidade de não dar certo, e então foi a menina que respondeu “Nos mandarão para baixo!”
Com certeza essa noticia desanimou a todos, inclusive a anfitriã. Depois de um tempo com todos em silêncio perdidos nos próprios pensamentos a enfermeira falou “Eu estou disposta a tentar!” A anfitriã que havia os olhos fixados no chão, achando que todo o plano tinha andando por água abaixo, levantou o rosto e lhe sorriu.
Logo depois um depois do outro concordou em arriscar. O último a aceitar foi o cavaleiro, mas no final cedeu. E todos desderam as escadas da torre. Porém chegando lá em baixo encontraram seu primeiro obstáculo.
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Era uma cidade torta, todos os prédios, casas e ruas eram tortos e o sol nunca aparecia. Quem vivia no alto da torre era uma mulher que usava um vestido cinza, havia uma pele branca como a neve. Apesar de ter o rosto jovem, os cabelos também eram cinzas. Usava um batom vermelho e segurava uma mascara preta de renda. Estava sentada perto da janela, esperava pelos os outros que viriam para a reunião. Ela estava muito ansiosa, pois nunca tinha organizado uma reunião antes. O primeiro a chegar era um chefe de policia, se via pela roupa que havia um distintivo e usava uma arma na cintura, logo depois chegou uma enfermeira de guerra, se via pois sua roupa trazia a marca da cruz vermelha e era todo suja de sangue. Os outros estavam atrasados então ela decidiu começar sem eles, visto que o chefe de policia parecia um tanto apreensivo e quase indo embora. “Enquanto os outros não chegam você querem algo para beber?”
“Não podemos beber!” Respondeu o chefe com um ar muito sério.
Vendo a cara desconcertada da anfitriã a enfermeira falou com um sorriso “Eu aceito algo.”
O chefe lhe lançou um olhar de mau que ela fingiu não ver e a anfitrã foi até uma pequena mesa e pegou uma garrafa de vinho tinto e versou em uma bela, mas empoirada taça e a levou para a enfermeira que pegou a taça com um sorriso e agradeuceu. Logo depois chegou um cavaleiro, parecia um cavaleiro do periodo medieval e entrou com seu cavalo, usava armadura, espada e também marcas de sangue “O cavalo precisa mesmo estar presente?” Perguntou a anfitriã tentando não ser mal educada.
“Precisa! Não confio nas pessoas dessa cidade!” Ele respondeu enquanto descia do cavalo. Logo em seguida chegou uma moça muito loira, com cabelos longos e frisados, olhos azuis piscina. Usava uma camisa rosa, o cabelo com um rabo de cavalo mal feito, batom vermelho, uma saia social preta, meia calça preta e sapatos socais. Parecia assustada quando entrou. A anfitriã tentou deixá-la mais a vontade e dizendo que ela podia se sentar. E assim ela fez, se sentou ao lado da enfermeira que lhe sorriu.
“Se essa palhaçada não começar logo eu vou embora!” Falou o chefe de policia, sempre perto da porta. Mas antes que a anfitriã respondesse eles ouviram um barulho que vinha das escadas. Parecia que alguém tentava trazer algo bem pesado para cima. Rapidamente o cavaleiro foi ver o que era, todos ficaram olhando para a porta curiosos para saber o que era. Depois de um breve tempo o cavaleiro apareceu carregando uma carrinhola cheia de bonecas destruidas nos braços e uma menina de uns 6 anos, loira com vestido de festa preto que o segue.
Uma vez todos acomodados a anfitriã começou “Eu os chamei aqui porque preciso de ajuda. É claro que é dificil confiar em alguém neste lugar, pois se viemos parar aqui é porque fizemos algo de errado. Porém eu creio que assim como eu, nem todos os que estão aqui merecem estar aqui. Pois muitas vezes fazemos coisas sem ter ideia de que estamos prejudicando alguém ou senão prejudicamos pensando que estávamos fazendo o bem… Bom, o final é: eu observei as pessoas desse lugar e eu cheguei a conclusão que vocês não deveriam estar aqui! Eu proponho uma… (engole seco) uma REVOLUÇÃO! Quem eles pensam que são, para nos julgar e dizer onde devemos passar o resto da eternidade. Ninguém pode olhar dentro de nós, ninguém pode saber nossas reais intenções! Por isso eu os chamei aqui. (silêncio e olhares espantados) Acabou, era só isso…
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Assisti “O Exterminador do Futuro- A Salvação” e no final do filme ele faz uma pergunta que me intrigou “o que nos torna humanos?”
Mas a minha pergunta não é exatamente assim, mas sim “Por que existem humanos que não possuem um pingo de humanidade?”
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Do Blog “Bichinhos de Jardim”
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– Meu gato me lembra o Garfield.
– Sério?
– Sim! Ele é gordo, amarelo e só pensa em dormir e comer.
– Que horror! Parece com ator de novela que não arranja trabalho e ex-jogadores de futebol.
– Ei! Pode parar! Meu gato não é um ator de novela falido e e nem um ex jogador de futebol. Ele é lindo, como o Garfield. O Garfield é super famoso, não tem nada de falido.
– Ok, ok! Desculpa, não quis ofender.
– É, mas ofendeu… vai pedir desculpas.
– O quê? Já pedi desculpas.
– Não! Vai pedir desculpas para ele.
– Cê tá brincando!
– Não, você o ofendeu, agora vai ter que pedir desculpas e dar um beijo.
– Nem que você me pagasse.
– Ah! Tenho certeza que se eu te pagasse você não só daria um beijo, como até dormiria com ele.
– Tá dizendo que eu me vendo facil?
– Não é você! Para de levar as coisas pro lado pessoal. Todo mundo tem um preço.
– Isso é a coisa mais absurda que já ouvi! Algumas pessoas tem um preço, mas você – não pode dizer que todo mundo tem um preço, isso é generalizar.
– Mas é a verdade, a diferença é que algumas pessoas tem um preço tão alto que é impossivel de se comprar e outras tem o preço muuuuito baixo.
– …
– Que foi agora?
– Você acha que meu preço é baixo?
– Eu não falei isso.
– Mas você acha, eu sei que acha. Por causa daquilo que aconteceu.
– …
– Mas se eu me vendi, como você pensa. Fique sabendo que não foi só por mim.
– Ok! Desculpe, não estava falando daquilo. Só estava falando assim, por falar.
– …
– Quer comer pão de queijo?
– Heim?
– Pão de queijo, você gosta de pão de queijo. Vamos comer pão de queijo.
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